segunda-feira, 11 de junho de 2012

Funk – Que batida é essa?

Aconteceu, a palestra "Funk – Que batida é essa?", ministrada pelo Professor do LEI (Laboratório Educacional de Informática) e Historiador Anderson Feliciano. Na palestra, o professor abordou temas transversais basedos no livro "Funk – Que batida é essa?", desenvolvendo um debate a cerda da origem do Funk aos dias atuais.
O Funk expande a cada dia seu habitat e ganha as paradas de sucesso. Com letras que remetem ao sexo, em que ''cachorras'' dizem beijar ''o teu marido'', e mulheres em trajes diminutos fazem coreografias que vez sim, vez também beiram o ginecológico, o ritmo definitivamente não está para marola. Veio como tsunami e faz, inclusive, crianças ''surfarem'' em suas ondas. esta é a visão de críticos e educares sobre a relação da sociedade com o Funk.
Para outros o Funk, Patrimônio Cultural, abri um sorriso, um estilo e do modo como ele se inseriu no meio da "classe média" e da "elite", conquistando boates, festas e programas dominicais. a Dança é uma arte e como qualquer outra deve ser contemplada de goso cultural. O funk carioca é o único que pode ser considerado música eletrônica criada no Brasil.


 

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